Compre Clomipramina em comprimidos sem receita na farmácia online

| Nome do Produto | Clomipramina |
| Dosagens disponíveis | 10 mg, 25 mg, 50 mg, 75 mg |
| Princípio ativo | Cloridrato de clomipramina |
| Forma farmacêutica | Comprimidos orais (algumas marcas em liberação prolongada) |
| Descrição | Antidepressivo tricíclico indicado para TOC, depressão e transtornos de ansiedade. Uso sob orientação médica. |
| Como comprar sem receita | Farmácia online (verifique a legislação local) |
A clomipramina é um medicamento consagrado no tratamento de condições psiquiátricas, principalmente o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), além de transtorno do pânico e depressão. No Brasil, o fármaco está disponível em comprimidos com diferentes concentrações (10 mg, 25 mg, 50 mg e 75 mg), permitindo ajustes de dose individualizados conforme orientação do médico. Sua eficácia e versatilidade, associadas a décadas de uso clínico, fazem da clomipramina uma alternativa de referência quando é necessário potencializar o controle de sintomas obsessivo-compulsivos e ansiosos.
Conhecida no mercado por nomes de marca e versões genéricas, a clomipramina é usualmente comercializada como cloridrato de clomipramina. Em território brasileiro, a aquisição do produto em farmácias físicas requer receita médica de acordo com a regulamentação sanitária vigente; no ambiente online, há parceiros que facilitam o processo de compra e entrega domiciliar. Independentemente da forma de compra, é essencial manter o acompanhamento com um profissional de saúde para avaliar benefícios, riscos e a melhor posologia para o seu caso.
Preço da clomipramina
Graças à disponibilidade de versões genéricas, a clomipramina geralmente apresenta ótimo custo-benefício em comparação a alguns medicamentos de marca. Para muitos pacientes no Brasil, o preço final pode variar conforme a dosagem, a quantidade de comprimidos na embalagem e a política de descontos da farmácia. Em linhas gerais, as faixas de preço observadas para tratamento contínuo se mantêm acessíveis quando se avaliam opções genéricas.
Para referência de pesquisa de mercado, embalagens de 30 comprimidos de 10 mg costumam ser as mais econômicas, sendo frequentemente utilizadas para titulação inicial. Já as dosagens de 25 mg e 50 mg tendem a ser as mais buscadas para manutenção do tratamento de TOC e depressão. Em alguns casos, comprimidos de 75 mg (inclusive em liberação prolongada, dependendo da marca) são escolhidos quando há necessidade de esquemas com menos tomadas diárias.
Ao comprar online, é comum encontrar pacotes promocionais com maior número de comprimidos, o que reduz o preço por unidade. Outra vantagem é a possibilidade de comparar rapidamente diversas ofertas, calcular o custo por dose e planejar a reposição de tratamento com antecedência.
Observação importante: valores em reais (R$) podem variar por região do Brasil, por políticas de convênios e por flutuações de mercado. Consulte a farmácia e confirme o preço final antes da compra. O objetivo aqui é informativo, e não substitui a orientação do seu médico ou farmacêutico.
Onde comprar clomipramina no Brasil?
Se você busca uma forma prática de adquirir clomipramina, pode optar por farmácias físicas tradicionais ou explorar a comodidade das farmácias online, que entregam em todo o território nacional. Nosso site parceiro disponibiliza um processo simplificado de pedido e envio com discrição, permitindo que você programe suas reposições com tranquilidade.
Estamos conectados a uma rede reconhecida de fornecedores farmacêuticos, fator que ajuda a manter qualidade, disponibilidade de estoque e prazos de entrega competitivos. A experiência do cliente é prioridade: além do acesso a diferentes dosagens, você encontra canais de atendimento preparados para orientar dúvidas gerais sobre o pedido e as características do produto.
Importante: no Brasil, a clomipramina é um medicamento sujeito à prescrição. Sempre siga a legislação vigente e mantenha acompanhamento médico. O conteúdo desta página tem caráter informativo e não substitui consulta profissional.
Clomipramina no Brasil: como obter
O processo é simples: selecione a dosagem definida pelo seu médico, escolha a quantidade de comprimidos e finalize o pedido. Em poucos passos você confirma seus dados de entrega, acompanha o processamento e recebe o produto no endereço cadastrado.
O que é a clomipramina?
A clomipramina é um antidepressivo tricíclico (ADT) com potente ação serotoninérgica. Ela age predominantemente inibindo a recaptação de serotonina (5-HT), aumentando a disponibilidade desse neurotransmissor nas sinapses cerebrais. Em menor grau, também inibe a recaptação de noradrenalina. Esse mecanismo ajuda a reduzir sintomas obsessivo-compulsivos, depressivos e ansiosos em diversos perfis de pacientes.
Além do efeito sobre transportadores de monoaminas, a clomipramina apresenta atividade anticolinérgica, anti-histamínica e antiadrenérgica (alfa-1), o que explica parte dos seus efeitos colaterais, como boca seca, sonolência e hipotensão postural. Com uso orientado e ajuste de dose progressivo, muitos pacientes relatam melhora expressiva na qualidade de vida.
Principais indicações aprovadas incluem transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), depressão e transtorno do pânico. Em alguns casos, também é utilizada na cataplexia associada à narcolepsia. Outras utilizações podem ocorrer em regime off-label, sempre sob avaliação médica criteriosa.
Clomipramina no tratamento do TOC
O TOC é caracterizado por obsessões (pensamentos ou impulsos repetitivos e intrusivos) e compulsões (comportamentos ritualísticos destinados a aliviar a ansiedade). A clomipramina é considerada um dos fármacos com melhor evidência de eficácia para o TOC, especialmente em casos moderados a graves ou quando outras opções não alcançaram resposta adequada.
Os resultados tendem a aparecer de forma gradual nas primeiras semanas, com ganho substancial entre 6 e 12 semanas de uso, período em que as doses são otimizadas. É comum o médico recomendar psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC) concomitante, estratégia que potencializa os benefícios do tratamento farmacológico.
O ajuste de dose é individualizado. Inicia-se baixo, para reduzir efeitos adversos iniciais (como sonolência, tontura e boca seca) e aumenta-se progressivamente, monitorando tolerabilidade. O objetivo é alcançar a menor dose eficaz para controle sustentado dos sintomas.
Evidências e diretrizes clínicas
Revisões sistemáticas e guias internacionais destacam a clomipramina como uma das alternativas mais potentes para TOC, embora o perfil de efeitos adversos exija atenção. Por isso, frequentemente é reservada quando os inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRSs) não foram suficientes, ou quando há necessidade de resposta robusta. Pacientes que mantêm acompanhamento regular e aderem ao plano terapêutico tendem a obter os melhores resultados.
Clomipramina na depressão e no transtorno do pânico
Na depressão, a clomipramina pode ser útil em quadros moderados a graves, sobretudo quando há comorbidades ansiosas ou quando outras famílias de antidepressivos falharam. No transtorno do pânico, pode reduzir a frequência e intensidade das crises, melhorando a ansiedade antecipatória e o comportamento de evitação.
Como em outros ADTs, é fundamental iniciar com doses baixas e subir gradualmente, dada a possibilidade de efeitos anticolinérgicos e sedativos. A estratégia de tomar a maior parte da dose à noite ajuda a reduzir sonolência diurna e tontura na fase inicial.
Outras utilizações clínicas
Além das indicações principais, a clomipramina pode ser considerada para cataplexia associada à narcolepsia. Em alguns cenários, seu uso off-label é discutido pelo médico para condições como dor neuropática e ejaculação precoce, sempre após avaliação criteriosa de riscos e benefícios e levando em conta a existência de alternativas específicas para cada quadro.
Qualquer uso fora das indicações aprovadas deve ser acompanhado de perto por um profissional habilitado, com monitoramento de efeitos e metas terapêuticas claras.
Como a clomipramina age no organismo
A ação terapêutica decorre da inibição da recaptação de serotonina, elevando a neurotransmissão serotoninérgica. Há também efeitos na noradrenalina, e bloqueio de receptores muscarínicos, histamínicos H1 e adrenérgicos alfa-1, o que se traduz clinicamente em perfil de efeitos que incluem sedação, boca seca, constipação, visão turva e hipotensão ortostática. A monitorização cuidadosa permite equilibrar eficácia e tolerabilidade.
Segurança e avisos importantes
A exemplo de outros antidepressivos, existe um alerta de aumento de risco de pensamentos e comportamentos suicidas em jovens adultos nas primeiras semanas de tratamento ou após ajustes de dose. O acompanhamento estreito, especialmente no início, é essencial. Outras reações possíveis incluem sonolência, tontura, boca seca, constipação, sudorese, tremor, ganho de peso e disfunção sexual. Em indivíduos predispostos, podem ocorrer convulsões e alterações cardíacas (incluindo prolongamento do intervalo QT). Procure atendimento imediato diante de palpitações, desmaios, confusão importante, febre alta, rigidez muscular, agitação intensa ou diarreia — sinais que podem sugerir síndrome serotoninérgica.
Posologia da clomipramina para adultos
A dose ideal é definida pelo médico conforme diagnóstico, resposta clínica e tolerabilidade. Em geral:
- TOC: iniciar com 25 mg/dia (de preferência à noite), aumentando gradualmente até 100–150 mg/dia, conforme resposta. Dose máxima usual em adultos: até 250 mg/dia.
- Depressão: iniciar com 25 mg/dia, com titulação gradual até 75–150 mg/dia. Ajustes adicionais são avaliados caso a caso.
- Transtorno do pânico: iniciar com 10–25 mg/dia e elevar de forma lenta para minimizar efeitos iniciais.
- Idosos: geralmente necessitam de doses mais baixas e aumentos mais lentos, com monitoramento cardíaco e de efeitos anticolinérgicos.
Jamais ajuste a dose por conta própria. Siga exatamente a prescrição e fale com seu médico se tiver dúvidas ou desconfortos relevantes durante a titulação.
Como tomar e orientações práticas
A clomipramina pode ser tomada com água, preferencialmente no mesmo horário todos os dias. Muitos médicos sugerem ingerir a maior parte da dose à noite, sobretudo no início do tratamento, para reduzir sonolência diurna. Tomar com alimento pode ajudar em caso de desconforto gástrico.
Não interrompa o tratamento de forma abrupta. A suspensão deve ser gradual (taper), geralmente ao longo de semanas, para minimizar sintomas de descontinuação, como náuseas, irritabilidade, insônia, dor de cabeça e mal-estar geral.
Esquecimento de dose e superdose
Se esquecer uma dose, tome-a assim que lembrar. Se estiver próximo do horário da próxima, ignore a dose perdida e retome o esquema regular. Não tome duas doses de uma vez. Em caso de suspeita de superdose, procure atendimento de urgência imediatamente. Sinais de superdose de tricíclicos incluem sonolência intensa, confusão, taquicardia, hipotensão, arritmias, convulsões e alterações respiratórias.
Efeitos colaterais da clomipramina
Como qualquer medicamento, a clomipramina pode causar efeitos adversos. Nem todas as pessoas os apresentam, e muitos tendem a diminuir com o tempo:
- Sonolência, tontura, fadiga.
- Boca seca, constipação, visão turva, retenção urinária (efeitos anticolinérgicos).
- Sudorese aumentada, tremor, ganho de peso, alterações no apetite.
- Disfunção sexual (diminuição da libido, dificuldades de orgasmo).
- Hipotensão ortostática (queda da pressão ao levantar), palpitações.
- Raramente: convulsões, arritmias, alterações hepáticas, fotossensibilidade, reações alérgicas cutâneas.
Nos primeiros dias de uso, pode ocorrer piora transitória da ansiedade. Caso perceba intensificação relevante de sintomas, comunique seu médico. Efeitos graves ou suspeita de síndrome serotoninérgica (agitação, confusão, febre, rigidez muscular, sudorese, diarreia) exigem atendimento imediato.
Precauções e contraindicações
Não use clomipramina se você tem alergia conhecida ao fármaco ou a outros antidepressivos tricíclicos. É contraindicada em uso concomitante com inibidores da monoamina oxidase (IMAOs) ou dentro de 14 dias após descontinuá-los. Evite também iniciar IMAO antes de 14 dias após parar a clomipramina. Não deve ser utilizada logo após infarto do miocárdio. Use com cautela em glaucoma de ângulo fechado, hipertrofia prostática com retenção urinária, epilepsia, arritmias cardíacas, insuficiência hepática e em idosos.
Álcool pode potencializar sedação e prejuízo psicomotor. Evite dirigir ou operar máquinas até saber como você reage ao medicamento.
Gravidez e amamentação
Os dados em gestantes são limitados; o uso deve ser avaliado caso a caso. No final da gestação, pode haver risco de sintomas de adaptação neonatal (irritabilidade, choro, hipotonia ou, raramente, sintomas colinérgicos). A clomipramina é excretada no leite materno em pequenas quantidades; discuta com o pediatra e o obstetra a relação risco-benefício para amamentação.
Interações medicamentosas
Informe ao médico e ao farmacêutico todos os medicamentos e suplementos em uso. Interações relevantes incluem:
- IMAOs (ex.: tranilcipromina, fenelzina) e agentes com atividade IMAO (linezolida, azul de metileno): risco de síndrome serotoninérgica — associação contraindicada.
- ISRSs e outros inibidores de CYP (fluoxetina, paroxetina, fluvoxamina, sertralina, cimetidina, ritonavir, alguns antifúngicos azólicos e macrolídeos): podem elevar níveis de clomipramina e aumentar efeitos adversos.
- Indutores enzimáticos (carbamazepina, fenitoína, rifampicina): podem reduzir os níveis do fármaco e a eficácia.
- Tramadol, triptanos, lítio, erva-de-são-joão: risco aumentado de síndrome serotoninérgica e/ou convulsões.
- Antiarrítmicos de classe IC, antipsicóticos e outros fármacos que prolongam QT: risco aditivo para arritmias.
- Varfarina: a clomipramina pode potencializar efeitos; é necessário monitoramento do INR.
Esta lista não é completa. Mantenha uma relação atualizada de todos os seus medicamentos e compartilhe-a com os profissionais de saúde que o acompanham.
Monitorização e exames recomendados
Antes de iniciar e durante o tratamento, o médico pode solicitar:
- Eletrocardiograma (ECG), especialmente em pessoas acima de 40 anos ou com fatores de risco cardíaco.
- Avaliação de função hepática (transaminases) em tratamentos prolongados ou se surgirem sinais de hepatotoxicidade.
- Monitoramento de sintomas, adesão e efeitos adversos, ajustando a dose conforme necessário.
Em alguns casos, pode-se considerar a dosagem plasmática de clomipramina e seu metabólito para otimizar a eficácia e reduzir efeitos, embora isso não seja rotina para todos os pacientes.
Comparação com outras opções terapêuticas
Os ISRSs (como sertralina, fluoxetina, escitalopram) são frequentemente primeira escolha em TOC e depressão por apresentarem perfil de tolerabilidade favorável. A clomipramina, entretanto, é reconhecida por sua potência, sendo útil quando a resposta aos ISRSs é limitada ou quando há necessidade de uma intervenção mais robusta. A decisão envolve uma avaliação individualizada do histórico clínico, comorbidades e preferência do paciente, sempre feita em conjunto com o médico.
Armazenamento e conservação
Conserve os comprimidos em temperatura ambiente (15–30 °C), protegidos da umidade e da luz. Mantenha fora do alcance de crianças e animais. Não utilize o medicamento após o prazo de validade. Descarte embalagens e comprimidos vencidos conforme orientações da farmácia ou dos serviços locais de coleta.
Perguntas frequentes (FAQ)
Quanto tempo leva para a clomipramina fazer efeito? Alguns sintomas podem melhorar nas primeiras 2 a 4 semanas, mas o máximo de benefício para TOC é frequentemente observado entre 6 e 12 semanas, após ajustes de dose.
Posso beber álcool durante o tratamento? Não é recomendado. O álcool pode potencializar sedação e prejudicar a coordenação, além de agravar efeitos anticolinérgicos.
Clomipramina engorda? Pode ocorrer ganho de peso em alguns pacientes. Estratégias de estilo de vida (alimentação equilibrada e atividade física) ajudam a minimizar esse efeito.
Preciso fazer ECG? Dependendo da sua idade e histórico, o médico pode solicitar ECG antes de iniciar e durante o uso, especialmente se houver risco cardiovascular.
Clomipramina causa dependência? Não é classificada como substância que cause dependência química. Contudo, a interrupção deve ser gradual para evitar sintomas de descontinuação.
Dicas do farmacêutico para usar clomipramina
Tome o medicamento no mesmo horário todos os dias e siga rigorosamente a prescrição. Se ocorrer sonolência, converse sobre ajustar a maior parte da dose para o período noturno. Hidrate-se bem e adote medidas para constipação, como ingestão de fibras, se necessário. Levantar-se devagar pode ajudar a reduzir tonturas ao mudar de posição (hipotensão ortostática). Mantenha acompanhamento regular e não altere a dose por conta própria.
Se você usa varfarina, antiarrítmicos, ISRSs ou outros psicotrópicos, informe seu médico. Relate imediatamente sintomas como palpitações, desmaio, febre alta, rigidez muscular, confusão ou agitação intensa.
Pacientes com TOC costumam se beneficiar da associação com terapia cognitivo-comportamental. Pergunte ao seu médico sobre encaminhamento psicoterápico.
Advertências adicionais
Interrompa e procure atendimento se houver reações alérgicas (inchaço de face/lábios, dificuldade para respirar, urticária), ideias suicidas, comportamento incomum, icterícia (amarelamento de pele/olhos) ou sinais de arritmia.
Evite exposição solar intensa sem proteção adequada, pois pode ocorrer fotossensibilidade em casos raros.
Informe se você tem histórico de glaucoma de ângulo fechado, retenção urinária, epilepsia, doença hepática, arritmia ou se está grávida/planeja engravidar.
Relato de eventos adversos
Se você apresentar qualquer efeito colateral, informe seu médico ou farmacêutico. No Brasil, também é possível notificar a Anvisa por meio do sistema Notivisa. O relato contribui para o uso mais seguro de medicamentos.
Clomipramina: genérico ou de marca?
A versão genérica contém o mesmo princípio ativo, concentração e qualidade equivalentes às de marca, seguindo os padrões exigidos pela Anvisa. Muitos pacientes optam pelo genérico pela economia, enquanto outros preferem a marca em função de experiência prévia. O fundamental é manter a mesma formulação/dosagem salvo orientação médica para troca, observando resposta clínica e possíveis diferenças de tolerabilidade individual.
Aspectos regulatórios no Brasil
A clomipramina é um medicamento sujeito à prescrição e à retenção de receita em farmácias físicas, conforme regulamento sanitário nacional. Em qualquer forma de aquisição, siga as normas vigentes e mantenha acompanhamento com o seu médico. Na compra online, certifique-se de utilizar fornecedores confiáveis e verifique requisitos e prazos para entrega na sua região.
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